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Elon Musk entende que o mundo ocidental estaria ‘perdido’ sem o cristianismo
O rapper Nzube Olisaebuka Udezue, conhecido como Zuby no Reino Unido, fez uma publicação em que afirma que “o Ocidente está absolutamente ferrado se perder o cristianismo”, e acrescentou dizendo que formou essa percepção ao longo dos anos, e que uma explicação mais robusta demandaria um livro inteiro.
Em resposta, Elon Musk fez uma afirmação categórica: “Eu acho que provavelmente você está certo”. Há dois anos, quando concedeu uma entrevista, o empresário afirmou que os ensinamentos de Jesus trazem sabedoria, citando como exemplo a ideia de perdão, que basicamente se resume em “tratar as pessoas como você deseja ser tratado”.
O rapper Zuby é filho de nigerianos e nasceu em Londres. Cristão, ele argumentou que remover o cristianismo da cultura ocidental é como “remover as fundações de um edifício, mas orgulhosamente esperar que ele permaneça de pé para sempre”.
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Se não bastasse a inviabilidade lógica da proposta, o rapper destacou que essa tentativa acontece enquanto “inimigos internos e externos tentam derrubar o edifício”, em referência às potências do mundo oriental e aos amantes de ideologias anticristãs na Europa e Américas.
Na publicação, Zuby seguiu comparando a religião historicamente dominante do Ocidente ao seu “sistema imunológico”, e disse que a presença de uma maioria cristã no Ocidente serviu como “uma forma de imunidade coletiva” que beneficiou tanto os cristãos como os não-cristãos:
“Não se pode simplesmente ter um vácuo cultural e moral. Isso vai contra as leis da natureza humana”, acrescentou o rapper.
Em reação ao comentário de Elon Musk, o rapper se limitou a dizer “amém!”, já que a interação do empresário fez com sua publicação atraísse atenção do mundo todo à sua reflexão.
Flexibilização de 30%
Fenapob Brasil agradece ao Governo do Paraná por autoriza abertura de igrejas
O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD) em uma videoconferência com lideres religiosos e participação do presidente da Federação de Pastores, Bispo Marcelo Ramos, anunciou que após analisar o oficio de solicitação, resolveu junto com órgãos competentes, permitir a celebração de cultos religiosos em igrejas e templos, com lotação máxima de 30%. Uma resolução publicada pela Secretaria de Estado da Saúde (SESA) autoriza o início das celebrações a partir desta sexta-feira (22).
As regras foram criadas pelo Centro de Operações em Emergências (COE) e são consideradas rígidas pelo governo no enfrentamento da pandemia. Até o momento, o Paraná já registrou 2.810 casos e 141 mortes por coronavírus.
A resolução publicada pela SESA ainda define que o público deverá estar a pelo menos dois metros de distância nas igrejas, além da obrigatoriedade do uso de máscaras.
O protocolo também define que as igrejas deem preferência a cadeiras individuais, ao invés de bancos coletivos. No caso do uso desse assento, o móvel terá que ser marcado para que os fiéis mantenham o afastamento mínimo.
De acordo com o protocolo, devem ser disponibilizados preferencialmente cadeiras e bancos de uso individualizado. No caso do uso de bancos coletivos, o móvel precisará ser reorganizado e demarcado, de forma a garantir que as pessoas mantenham o afastamento mínimo.
As religiões devem evitar contato físico e prática de aproximação entre as pessoas, como dar as mãos, beijos, abraços, etc. Estabelece ainda que elementos religiosos não sejam dados nas bocas dos fiéis.
Os templos ainda tem que seguir outras regras, como fornecimento de álcool gel e condições plenas de higiene. A SESA ainda não recomenda no protocolo a participação de pessoas do grupo de risco, como idosos e hipertensos, nos cultos religiosos.
Economia
Receita Federal aplica multas a igrejas e inicia "briga"
Mesmo com uma mudança na lei em 2015 para tentar conter a fiscalização, muitas autuações continuam de pé ainda no âmbito da Receita. Por isso, as igrejas pressionam o Palácio do Planalto e a Receita Federal para conseguir afrouxar regras e afastar as cobranças.
Igreja do bispo Edir Macedo, à direita, tem seis processos em andamento no Carf.
Foto: Alan Santos/Presidência da República / Estadão Conteúdo
A pressão de Bolsonaro em favor das igrejas vem num momento em que o presidente tenta aproximação com o Centrão, bloco de partidos que reúne, entre suas lideranças, parlamentares ligados à bancada evangélica, que tem 91 membros, segundo o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).
Emissários das igrejas estão em contato com o Ministério da Economia na tentativa de ampliar a pressão sobre o ministro Paulo Guedes por uma solução. Dentro da pasta, auxiliares inclusive atribuem ao impasse com as igrejas a veiculação de uma reportagem pela TV Record, cujo proprietário é Edir Macedo, tachando Guedes como insensível com os mais pobres durante a crise da covid-19. A Universal disse que esse tema deveria ser tratado diretamente com a emissora, que não se pronunciou.
As igrejas são alvos de autuações por driblarem a legislação e distribuírem lucros e outras remunerações "vultosas" a seus principais dirigentes e lideranças sem efetuar o devido recolhimento de tributos. Embora tenham imunidade no pagamento de impostos, o benefício não afasta a cobrança de contribuições (como a CSLL ou a contribuição previdenciária). Na avaliação de fontes ouvidas sob a condição de anonimato, as igrejas também infringem a lei ao distribuir parte dos seus lucros obtidos com o dízimo dos fiéis, mesmo que de forma disfarçada por meio de contratos de prestação de serviços. O Código Tributário Nacional (CTN) condiciona a imunidade tributária à não distribuição de "qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a qualquer título".
Mas a Receita identificou uma série de mecanismos para burlar as regras e remunerar seus dirigentes, com pagamentos a empresas e escritórios de advocacia, o que gerou outra leva de autuações.
Essa não é a primeira vez que Bolsonaro faz aceno aos templos religiosos. Em janeiro, o presidente encomendou ao Ministério de Minas e Energia um decreto para conceder subsídios à conta de luz de templos de grande porte, contrariando o ministro da Economia, defensor da redução desse tipo de incentivo. A medida acabou sendo abortada diante das críticas deflagrada após a revelação pelo Estadão/Broadcast.
Muitos cristãos “estão presos à dor do passado” por não ouvirem a Deus, diz Meyer
A evangelista Joyce Meyer fez uma reflexão profunda acerca de como muitos cristãos lidam com questões emocionais, preferindo às vezes dar mais ouvidos à “dor do passado” do que à Palavra de Deus.
Meyer fez a sua reflexão citando a si mesma como exemplo. Ela foi abusada sexualmente durante a infância e relembrou do episódio quando ouviu o relato de outra mulher.
“Ela contou que havia sido abusada sexualmente como eu – e que várias mulheres que estavam sentadas ao lado dela naquela conferência tinham tido a mesma experiência cruel”, disse Meyer.
“Eu as ouvi falar sobre sua cura e o que Deus havia feito em suas vidas, e como estavam livres agora. E então eu percebi qual era o meu problema! Deus me disse para fazer as mesmas coisas que Ele lhes disse para fazer. A única diferença é que elas fizeram o que Ele as havia dito, e eu não”, destacou.
No lugar de ouvir a Deus, tendo como âncora a Bíblia Sagrada como fonte, também, de cura emocional dos traumas do passado, muitos cristãos carregam durante décadas mágoas não resolvidas que produzem feridas constantemente.
Para a evangelista, a solução está em clamar pelo entendimento de Deus, se deixando guiar pela Palavra e não pelas dores emocionais.
“Confie no Senhor com todo o seu coração e não se apoie no seu próprio entendimento; em todos os seus caminhos, submeta-se a Ele, e Ele endireitará seus caminhos (NVI)”, afirmou Meyer ao citar a passagem de Provérbios 3: 5-6.
Em questões que envolvem mágoa, Meyer explica que a libertação também é uma consequência do perdão liberado à outra pessoa, o que só é possível através da misericórdia para com o próximo. Essa atitude, segundo a evangelista, também influencia a maneira como o outro lhe enxerga como um cristão.
“Temos que começar a amar – realmente amar – outras pessoas se quisermos que elas saibam a verdade sobre quem é Deus e o que Ele quer fazer em suas vidas”, disse ela. “Quando escolhemos amar até nossos inimigos, isso é algo que a maioria das pessoas simplesmente não consegue compreender”, conclui.